Mobilidade urbana em período de distanciamento social
É hoje claro que, mesmo com o anunciado relaxamento progressivo do nível de confinamento, vamos ter de viver os próximos meses em regime de distanciamento social.
É hoje claro que, mesmo com o anunciado relaxamento progressivo do nível de confinamento, vamos ter de viver os próximos meses em regime de distanciamento social.
A pandemia que agora assola o mundo tem originado um sem número de reflexões sobre como será o dia depois. Desde propostas que pugnam por alterações drásticas nos modos de vida (ainda impensáveis há apenas escassos meses), até elucubrações fantasiosas sobre um novo mundo, em que os contactos pessoais seriam limitados, com restrições que só têm paralelo com o que vivemos em período de confinação.
Primeiro as motos, depois as bicicletas, seguiram-se os carros, e por fim as trotinetas. O número de operadores de mobilidade partilhada na capital portuguesa disparou nos últimos anos, mas a tendência de integração modal e parcerias entre agentes ganha cada vez mais terreno.
Vamos consultando as notícias sobre o estado da mobilidade no mundo e as novidades vão surgindo, com muitas cidades a avançarem com restrições à circulação de automóveis a combustão e com calendários para o seu banimento. Em paralelo assistimos à afirmação dos modos de transporte mais limpos, partilhados e suaves. Parece, pois, ser inegável que um novo paradigma da mobilidade se está a instalar. Pode não ser já para amanhã, mas a tendência é descortinável.
Comunicado da AMT - Autoridade da Mobilidade e Transportes
A Comissão Europeia aprovou no dia 17 de Março um pacote de investimento de mais de 1,4 mil milhões de euros de fundos da UE em 14 grandes projetos de infraestruturas em 7 Estados-Membros, a saber, a Croácia, a Chéquia, a Hungria, a Polónia, Portugal, a Roménia e a Espanha.
A carreira 706 é a primeira da CARRIS a receber os novos veículos elétricos. Presidente da empresa e autarca lisboeta dizem que este é o primeiro passo para a completa eletrificação da frota .
... é de facto urgente dotar o município de Loures com serviço ferroviário, mas é claramente preferível — quer para a região no seu todo, quer para os próprios munícipes de Loures — fazê-lo com uma nova linha suburbana do que a extensão da linha do metro até lá.
Com o lançamento do concurso, a Área Metropolitana de Lisboa vem estabelecer uma oferta anual de 85,5 milhões de VK em transporte público rodoviário, o que significa um aumento de 43% face à oferta atual, correspondendo à manutenção de 127 das linhas atualmente existentes, ao reforço de 321 e à criação de outras 130 novas linhas.
Veículos da CRRC reforçam a frota e vão melhorar oferta em 60 mil lugares diários .
Região quer manter condições de competitividade e de equilíbrio com a Área Metropolitana de Lisboa.
De 3 a 5 de Junho do próximo ano vai-se realizar, pela primeira vez em Portugal, uma das mais antigas e prestigiadas conferências europeias sobre Gestão da Mobilidade, a ECOMM - European Conference on Mobility Management.
A ECOMM 2020 vai realizar-se no Centro de Congressos de Cascais e espera contar com a participação de mais de 350 congressistas de toda a europa e outras regiões do mundo.
Neste momento está aberta, até ao dia 10 de Janeiro, a call for presentations, para todos os que pretendam apresentar uma comunicação na conferência.
A 23ª conferência ECOMM sob o tema “New Mobility… New realities for People and Cities … OUTRA VEZ! é uma organização da Câmara Municipal de Cascais.
Ambicionamos ter uma forte participação portuguesa para fomentar o debate de novas soluções de mobilidade a nível europeu, pelo que incentivamos a todos os se interessam por esta temática a participarem.
Tal como aconteceu na CP, um dos concorrentes ao fornecimento de comboios ao Metro de Lisboa impugnou judicialmente o concurso
O modo de transporte com mais passageiros na Área Metropolitana de Lisboa é o rodoviário, com 48% do total de passageiros. Segue-se o metropolitano com 30% dos passageiros, o ferroviário pesado com 19% e o fluvial com 3%. O modo que registou o maior aumento de passageiros desde a implementação do novo sistema tarifário foi o ferroviário pesado.
O Pacto de Mobilidade Empresarial de Lisboa foi assinado e prevê medidas concretas para os próximos dois anos. A câmara espera que ele tenha “um impacto imenso”, mas o desafio é que as acções não deixem ninguém de fora.
A pressão na procura por via da redução de tarifas está a obrigar o metro, por exemplo, a mexer na oferta. Receita por passageiro caiu, mas a receita global aumentou 5% no que levamos de 2019.
Quem viver na área metropolitana paga 40 euros de passe. Se estiver um ou dois quilómetros fora, já paga 100.
Utentes de transportes públicos residentes nos municípios do Oeste não se conformam com o “impasse” em que caiu a questão da criação de um passe inter-regional que reduza os custos das ligações com a Área Metropolitana de Lisboa (AML).
Os deputados do Grupo Parlamentar do PEV - José Luís Ferreira e Mariana Silva - apresentaram o Projeto de Resolução n.º 104/XIV/1.ª – Promoção efetiva dos transportes coletivos em todo o território nacional.
A discussão desta iniciativa legislativa em plenário da Assembleia da República está agendada para o dia 11 de Dezembro.
Luanda, capital de Angola e a maior cidade do país. Localizada na costa do Oceano Atlântico, é o principal porto e centro económico do país. É nesta cidade, e na sua afamada Marginal, que irá nascer o tão importante e necessário meio de transporte de massas, Metro Ligeiro de Superfície.
Na foto a zona Baía de Luanda, local onde passará o futuro Metro Ligeiro de Superfície.
Conforme recente informação da Área Metropolitana de Lisboa, no passado mês de Outubro foram transportados na AML mais de 61 milhões de passageiros, resultantes da venda de cerca de 728 mil passes, o que constitui um novo valor máximo desde a implementação do PART – Plano de Apoio à Redução Tarifária, no passado mês de Abril.