Lançada Petição para a criação do Dia Nacional do Ferroviário
Foi lançada uma Petição solicitando à Assembleia da República que crie o Dia Nacional do Ferroviário.
Foi lançada uma Petição solicitando à Assembleia da República que crie o Dia Nacional do Ferroviário.
O Governo ainda não decidiu se separa a Refer e a Estradas de Portugal. Fim das concessões rodoviárias a privados é argumento contra a separação
O autor de A Ferrovia em Portugal explica como o país se deixou deslumbrar pelas auto-estradas e defende o regresso aos carris através de uma política de pequenos passos.
Este ensaio analisa e explica a evolução de mais de século e meio de existência do caminho de ferro português. Defende a ferrovia como alavanca de desenvolvimento económico, fundamental para setores estratégicos como os portos ou uma melhor organização do território, e o comboio como o único modo de transporte já largamente eletrificado, reduzindo a dependência dos combustíveis fósseis importados e as emissões poluentes. Por fim, expõe prioridades e diretrizes para maximizar o potencial da ferrovia no século XXI. Porque o comboio português pode e deve ir mais longe.
(extraído da contracapa do livro)
Esta linha, especializada no tráfego ferroviário de mercadorias, permite diminuir a distância entre o porto atlântico e o Centro e Norte de Portugal, bem como a ligação a Espanha, tendo ainda a vantagem de contornar o problema da orografia da serra de Santiago de Cacém (por onde passa a actual linha Sines – Ermidas) cortando significativamente os custos de tracção e permitindo um aumento do volume das cargas movimentadas.
Discussão sobre o futuro da ferrovia arranca a partir do Plano Nacional de Investimentos (PNI) 2030. Conselho Superior de Obras Púbicas valida opção que ligue as duas cidades em duas horas .
A modernização da linha do Oeste entre Meleças e Caldas da Rainha, foi dividida em dois troços, dos quais só um foi alvo de concurso público.
A análise e avaliação dos programas dos investimentos ferroviários propostos no PNI 2030 foi realizada no âmbito do apoio de consultoria prestado ao Conselho Superior de Obras publicas (CSOP) e teve como principal objectivo clarificar e densificar a identificação e caracterização dos investimentos a realizar na rede ferroviária nacional (RFN) e aferir da sua consistência, robustez e impacto na economia, na mobilidade, no ambiente e na coesão territorial.
Ministro das Infra-estruturas admite riscos na execução do plano para a Ferrovia 2020, que tem de estar concluído até 2023 sob pena de Portugal perder fundos comunitários.
Investir na internacionalização da Linha do Douro é investir no futuro de uma região que tem muitíssimo para oferecer ao país.
A empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) encontra-se actualmente a construir um Porto seco em Ressano Garcia, província de Maputo, com vista a fazer face ao aumento do trânsito de camiões na EN4, no sentido África do Sul-Ressano Garcia-Porto de Maputo.
Cinco das obras que integram o plano de investimento Ferrovia 2020 irão sofrer adicionais atrasos, devido à escassez de candidatos para dar resposta aos concursos públicos lançados neste ano. Em reacção, a Infra-estruturas de Portugal (IP) irá subir o preço destas empreitadas para evitar novos atrasos.
Ligação "mais rápida até Espanha" dará maior competitividade à Medway e a Sines.
"Estamos em Sines a carregar cargas que antes usavam o porto de Cádis, ou seja, estamos a retirar carga espanhola a um porto espanhol para trazer para um português. Ora reduzindo ainda mais a distância a Espanha ficamos ainda mais competitivos."
Segundo explica a proposta de OE para 2020, os investimentos deste plano, avaliado em 2,2 mil milões de euros, arrastam-se até 2023. Do total, em 2020, apenas se deverão concretizar 250 milões de euros.
Três carruagens de madeira e uma velha locomotiva de 1923, que apitava e deixava na paisagem rural do Vouga um extenso penacho de vapor, foi a imagem captada por milhares de entusiastas da ferrovia.
Além de fazer parte da Rede Transeuropeia de Transportes e de se ter tornado um nó prioritário dos corredores Atlântico e Mediterrâneo, o Porto de Algeciras está tentando tirar proveito de sua posição como um hub intercontinental de serviços dos transportes e do comércio mundial.
A IP veio há dias esclarecer que não existe “qualquer anulação ou alteração” da empreitada de eletrificação da Linha do Minho e ainda que com a finalização da 2ª fase da intervenção na Linha do Minho, o “início da circulação ferroviária, em modo elétrico, será possível nos primeiros meses de 2021, ficando apenas dependente dos operadores ferroviários”.
O desinvestimento na ferrovia colocou-nos em inferioridade face a Espanha, que é comparável a países "remotos" como a Roménia e a Bulgária.
Angola quer pegar na "ferrovia colonial herdada" e construir uma verdadeira rede com conetividade entre os três atuais corredores ferroviários.
O Conselho Regional do Norte formulou uma estratégia global da região para atrair os próximos fundos comunitários.
No topo dos objetivos está a modernização da linha do Douro e da linha Porto-Vigo para ligar o Norte à alta velocidade espanhola.
Por outro lado, a organização Eixo Atlântico do Noroeste Peninsular solicitou à Infraestruturas de Portugal “informação oficial” acerca das notícias de atrasos nas obras de eletrificação da linha do Minho.