Medway defende que nova linha Sines-Grândola é fundamental com expansão do porto
Sines vai aumentar a sua população no curto prazo devido à expansão do porto e às actividades relacionadas com a logística - Carlos Vasconcelos, Presidente da Medway.
Sines vai aumentar a sua população no curto prazo devido à expansão do porto e às actividades relacionadas com a logística - Carlos Vasconcelos, Presidente da Medway.
Uma análise das velocidades médias praticadas na rede ferroviária nacional permite concluir que os comboios andam devagar em Portugal. Nalguns casos, muito devagar. Falta de investimento explica que em 30 anos a situação tenha evoluído pouco e que o carril continue atrás da roda
Auditoria do Tribunal de Contas traça quadro insatisfatório das infraestruturas nacionais. Na ferrovia, apenas 11,3% das linhas estão em bom estado e não vão precisar de qualquer intervenção nos próximos anos.
Através da consignação do prolongamento do Molhe Leste, arrancam as tão esperadas obras de expansão do Porto de Sines que possibilitarão à infra-estrutura portuária – líder na movimentação de cargas em Portugal – duplicar a capacidade instalada de carga contentorizada.
Foi lançada uma Petição solicitando à Assembleia da República que crie o Dia Nacional do Ferroviário.
Projeto vai de Espanha à Hungria passando pela Eslovénia, Croácia, Itália e França
O Governo ainda não decidiu se separa a Refer e a Estradas de Portugal. Fim das concessões rodoviárias a privados é argumento contra a separação
Grupo espanhol quer instalar na zona do Norte do concelho de Vila Franca de Xira o maior centro logístico da Península Ibérica
O autor de A Ferrovia em Portugal explica como o país se deixou deslumbrar pelas auto-estradas e defende o regresso aos carris através de uma política de pequenos passos.
O concurso público internacional com vista à concessão da gestão do Terminal Multi-usos do porto angolano de Luanda atraiu já propostas de algumas das maiores empresas do sector de Angola, China, Dubai, Nigéria, França, Suíça e Filipinas, anunciou a empresa pública Porto de Luanda.
Este ensaio analisa e explica a evolução de mais de século e meio de existência do caminho de ferro português. Defende a ferrovia como alavanca de desenvolvimento económico, fundamental para setores estratégicos como os portos ou uma melhor organização do território, e o comboio como o único modo de transporte já largamente eletrificado, reduzindo a dependência dos combustíveis fósseis importados e as emissões poluentes. Por fim, expõe prioridades e diretrizes para maximizar o potencial da ferrovia no século XXI. Porque o comboio português pode e deve ir mais longe.
(extraído da contracapa do livro)
Esta linha, especializada no tráfego ferroviário de mercadorias, permite diminuir a distância entre o porto atlântico e o Centro e Norte de Portugal, bem como a ligação a Espanha, tendo ainda a vantagem de contornar o problema da orografia da serra de Santiago de Cacém (por onde passa a actual linha Sines – Ermidas) cortando significativamente os custos de tracção e permitindo um aumento do volume das cargas movimentadas.
Discussão sobre o futuro da ferrovia arranca a partir do Plano Nacional de Investimentos (PNI) 2030. Conselho Superior de Obras Púbicas valida opção que ligue as duas cidades em duas horas .
Veículos da CRRC reforçam a frota e vão melhorar oferta em 60 mil lugares diários .
De olho no desenvolvimento do Corredor Atlântico, no qual participam Espanha e Portugal, o presidente da Autoridade Portuária de Huelva, Pilar Miranda, juntamente com o director da entidade, Ignacio Álvarez-Ossorio, participaram no Fórum Empresarial Andaluzia Portugal 2020, organizado no dia 15 pela Extenda (Agência Andaluz para o Desenvolvimento Externo), entidade que integra o Ministério da Administração Pública espanhol que tem como objectivo fomentar as relações comerciais e os investimentos bilaterais entre os dois territórios.
A providência cautelar apresentada pelos espanhóis da CAF contra a decisão da CP de atribuir o primeiro lugar aos suíços da Stadler deverá impedir que os primeiros comboios sejam entregues em 2023.
Uma cerimónia emotiva marcou o dia em que os trabalhadores da CP acreditaram que a ferrovia tinha futuro, na reabertura das oficinas de Guifões que contou com cúpula do executivo .
A reestruturação da CP, na sequência da fusão com a EMEF, prevê que a empresa seja dividida entre uma área de operações e uma área de manutenção e engenharia. Gestão da produção será descentralizada por Norte, Centro, Lisboa e Sul.
A modernização da linha do Oeste entre Meleças e Caldas da Rainha, foi dividida em dois troços, dos quais só um foi alvo de concurso público.
Região quer manter condições de competitividade e de equilíbrio com a Área Metropolitana de Lisboa.