Devia-se fazer uma linha nova na Beira Alta
O país está no bom caminho na ferrovia mas é preciso projetar os portos através de uma rede em bitola europeia, diz Tomaz Leiria Pinto
O país está no bom caminho na ferrovia mas é preciso projetar os portos através de uma rede em bitola europeia, diz Tomaz Leiria Pinto
"Empresas portuguesas mudaram de atitude"
"A Mota-Engil integra um dos concorrentes ao corredor do Lobito."
Angola está a privatizar o porto do Lobito e o corredor ferroviário do Lobito com o objectivo de criar oportunidades de negócio. Espera-se que seja o impulso que o país precisa para abrir uma porta de entrada do Atlântico para as regiões ricas em minerais da RDC e da Zâmbia.
Negócio foi feito através da subsidiária Captrain, que já operava em Espanha e pretende agora alargar a actividade em Portugal.
O Porto de Sines consolidou a sua posição como líder nacional em carga contentorizada movimentada no ano 2021, acumulando um total de 1,8 milhões de TEU movimentados, mantendo-se assim entre os 15 maiores portos da União Europeia neste segmento.
Particularmente esclarecedora a apresentação do Eng. Carlos Fernandes, Vice-Presidente da Infraestruturas de Portugal, numa sessão promovida pela PFP - Portuguese Railway Cluster Platform Association, pelo Cluster AEC - Arquitetura, Engenharia e Construção e pela Ip - Infraestruturas de Portugal, realizada no dia 15 de Março no LNEC, sobre a rede ferroviária nacional e os investimentos em curso e previstos no âmbito do Ferrovia 2020 e PNI 2030.
O planeamento da transição energética do Porto de Sines surge numa altura em que a União Europeia toma consciência da perigosa dependência da importação de produtos petrolíferos da Rússia, responsável por 27% das importações de petróleo bruto, 45% das importações de GNL e 46% das importações de carvão, segundo dados da Eurostat. (...)
Na sequência de outras iniciativas semelhantes já promovidas e com o intuito de contribuir para o necessário aprofundamento da discussão técnica relativamente a um assunto estratégico como é a escolha da nova solução aeroportuária para Lisboa, a ADFERSIT publica dois documentos (embora dissonantes) da autoria de reconhecidos especialistas.
A liberalização do sector ocorrida, há sensivelmente 15 anos, foi um marco determinante e um ponto de viragem para uma realidade esgotada e sem futuro. A entrada no mercado do primeiro operador ferroviário privado, a Takargo, e posteriormente a privatização da CP Carga, vieram trazer uma nova dinâmica e uma competitividade saudável ao sector, emergindo novas soluções logísticas como a integração modal, o transporte em comboio bloco e principalmente a interoperabilidade da rede ibérica com o aparecimento em larga escala de soluções de transporte com origem e destino entre Portugal e Espanha.
Leia as últimas noticias do sector da Mobilidade e Transportes de Angola
A Apodemo – Associação Portuguesa de Empresas de Estudos de Mercado e de Opinião, deu início a um novo ciclo de eventos, com os quais pretende transmitir know-how dos clientes, aliado às técnicas do setor de investigação e pesquisa.
A FERROVIA NO CONTEXTO IBÉRICO constituiu o tema da apresentação do Eng. Carlos Clemente, Diretor de Empreendimentos da Infraestruturas de Portugal, S.A., por ocasião de uma iniciativa conjunta das Ordens de Engenheiros de Portugal e Espanha, realizada recentemente no auditório da AP de Sines, onde estiveram igualmente presentes os Presidentes dos Portos de Sines e de Valência.
No dia 15 de fevereiro de 2022 terminou o prazo de apresentação de candidaturas ao Concurso de aquisição de 117 automotoras para o serviço regional e o serviço suburbano
Estudo da Federação Europeia de Transportes e Ambiente salienta que os 25% de transportes marítimos movidos a gás fóssil são fruto das “débeis metas de sustentabilidade da UE” e apela ao investimento em combustíveis como o hidrogénio verde
O Porto de Sines alcançou o seu melhor ano de sempre em 2021, respondendo assim à adversidade do contexto pandémico à escala global.
Em comunicado, a Administração dos Portos de Sines e do Algarve (APS) salienta o “crescimento homólogo expressivo no conjunto de todos os segmentos de carga que, na carga contentorizada correspondeu a 13%, o que permitiu ultrapassar a barreira dos 1.8 milhões de TEU”.
A concessão a concurso terá um prazo de 30 anos, podendo ir até ao prazo máximo de 50 anos, período durante o qual o concessionário vai assumir o transporte de grandes cargas, com maior predominância para minérios e combustíveis.
O design no contexto da estratégia ferroviária
Uma estratégia para a ferrovia em Portugal deve também apresentar uma abordagem holística da mobilidade, conjugando-a com os outros sistemas de transporte, das grandes distâncias ao Last Mile, em inevitável articulação com as estratégias regionais para a Especialização Inteligente na área da mobilidade. (...)
A EMEL, que no passado era uma mera empresa de gestão de estacionamento, tem hoje um papel-chave na gestão da mobilidade da cidade de Lisboa e está focada em contribuir para uma cidade apelativa e confortável, com um espaço urbano seguro, onde tenhamos prazer em estar e conviver. (...)
Infraestruturas de Portugal volta a mexer no calendário e assume novo atraso nos trabalhos da linha da Beira Alta e em parte das intervenções na linha do Norte.
Um bispo a descerrar uma placa numa locomotiva, a apresentação de um livro sobre as locomotivas 2600 e uma viagem no Minho num comboio que ressuscitou das cinzas, eis um programa delirante para 300 entusiastas dos caminhos-de-ferro